As vezes nos vemos peças de um jogo, sem vontade própria, incapazes de decidir qual a próxima jogada, qual o próximo passe, qual a próxima fase.
Entregamos ao destino, o direito de fazer das nossas vidas o que ele bem entende.
Deixamos de ser protagonistas das nossas próprias histórias.
Talvez até tenhamos esse direito, mais não é meio idiota isso tudo.
escrever a mais bela história, viver a mais intensa paixão, desvendar o único amor, construir o mais imenso castelo, e depositar todos os créditos no destino?
Pare e pense...
Talvez seja mais facil jogar a culpa dos nossos erros, das nossas falhas, as nossas incapacidades e frustrações no destino, mas é um preço muito caro a se pagar, afinal ele nos leva toda honra de ter nascido, o orgulho de ter crescido e toda a dádiva de ter vivido! Pense Nisso.
Diego de Lima
