Realmente eu acredito ser inútil tentar explicar o inexplicável, mais como é um habito do ser humano insistir não é... Eu vou tentar.
Eu não lembro o dia exato que te conheci, e me foge da memória quando e como, mas sei que conheci, e fico aqui, impressionado em como tudo isso se criou.
Olha que já conheci muita gente pela net, já vivi algumas belas historias de amor, já me iludir e ate mesmo acreditei no que jamais aconteceria, e já amei alguns que nem poderia.
Confesso que nem estava a procura de um amor, até estava evitando qualquer coisa do tipo, mas não adianta, quando menos se espera, o Amor nos pega.
E foi exatamente isso que me aconteceu, o Amor vem acontecendo, se criando e crescendo aos poucos e em especial, o meu por você, esse nosso é mesmo sem explicação.
Quem diria que um ser tão diferente, tão distante iria me conquistar por completo, e como é bom saber que após tantas brigas virtuais, tantas lagrimas e prazerosamente, as tantas noite que sou perturbado por você; hoje eu me veria apaixonadamente louco por você.
E com direito a Trilha Sonora e tudo hein, hoje sem nenhum receio eu posso gritar aos quatro cantos do mundo que TE AMO!
Ser amando por você é muito bom, muito mesmo, mas Te Amar...
...É MESMO PERFEITO.
De nada me adianta produzir se nao consigo exportar. De nada adianta conhecer, se sou incapaz de conseguir. Aqui esta, o meu blog, a minha pagina, a minha cara.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Meu Medo
Sentir medo todo o mundo sente, todos temem algo, receiam vivenciar certas situações, difícil mesmo é reconhecer né.
Medo para muitos reflete uma fragilidade e de certa forma, o medo se faz o limite, o máximo que podemos chegar, e isto é uma vergonha, algo inaceitável em meio a um meio que nos estimula a ultrapassar, a ir alem, a desvendar todo e qualquer desconhecido.
Em nossa mente, também se inicia uma batalha sangrenta entre o medo e o “eu quero”.
Mas medo pode sim ser algo agradável ou talvez, algo menos detestado, basta que se aprenda a dominá-lo. Parece algo difícil? Afinal, como vencer aquilo, ou aquele que até me tão tem total controle sobre nós?
Acabar com o medo, será que isto é mesmo possível?
Creio que não, o medo ou o sentir o medo é uma sensação, um sentimento que compõe e completa a trajetória do viver.
Ninguém vive sem medo, assim como ninguém vive sem amor, ódio, talvez porque já iniciamos nossa vida com todos esses.
Alguns conseguem minimizações e outros até mesmo não os expõem.
Triste são esses... Incapazes de assumirem o que são o que possuem esse sim é o medo que deveria ser o mais temido, o mais cruel e repulsivo.
Meus medos são meus e não tenho medo algum em ter, e tão pouco de senti-los. Alguns eu ate encaro, enfrento e outro simplesmente sinto, me entrego a eles, os enganos, deixo-os acreditar que me dominam e depois retomo minha vida.
Ter e sentir o medo também são viver, mas não vivo em função dele, e tão pouco em função de um único sentimento ou sensação.
Vivo por mim, convivo com você e me aprimoro com minha vida!
Coyote.
Medo para muitos reflete uma fragilidade e de certa forma, o medo se faz o limite, o máximo que podemos chegar, e isto é uma vergonha, algo inaceitável em meio a um meio que nos estimula a ultrapassar, a ir alem, a desvendar todo e qualquer desconhecido.
Em nossa mente, também se inicia uma batalha sangrenta entre o medo e o “eu quero”.
Mas medo pode sim ser algo agradável ou talvez, algo menos detestado, basta que se aprenda a dominá-lo. Parece algo difícil? Afinal, como vencer aquilo, ou aquele que até me tão tem total controle sobre nós?
Acabar com o medo, será que isto é mesmo possível?
Creio que não, o medo ou o sentir o medo é uma sensação, um sentimento que compõe e completa a trajetória do viver.
Ninguém vive sem medo, assim como ninguém vive sem amor, ódio, talvez porque já iniciamos nossa vida com todos esses.
Alguns conseguem minimizações e outros até mesmo não os expõem.
Triste são esses... Incapazes de assumirem o que são o que possuem esse sim é o medo que deveria ser o mais temido, o mais cruel e repulsivo.
Meus medos são meus e não tenho medo algum em ter, e tão pouco de senti-los. Alguns eu ate encaro, enfrento e outro simplesmente sinto, me entrego a eles, os enganos, deixo-os acreditar que me dominam e depois retomo minha vida.
Ter e sentir o medo também são viver, mas não vivo em função dele, e tão pouco em função de um único sentimento ou sensação.
Vivo por mim, convivo com você e me aprimoro com minha vida!
Coyote.
Meu Amor
Hoje aqui estou para falar do amor, porém desta vez, vou relatar sobre o meu amor, como o sinto, como o vejo e como o entendo.
O meu amor não é igual ao de ninguém, é exclusivamente meu desenvolvido pelo meu “Eu”, e sempre dedicado a certo “Alguém”.
Sempre gostei de ler sobre o amor; poemas, versos, frases e atem mesmo grandes historias cada uma com sua percepção diferente e com algumas semelhanças entre si, mas ainda sim, tão únicas, tão simples, tão ímpares.
Para mim, o amor é o sentimento que não se explica não se descreve e tão pouco se desvenda... Acredito que é isso que o amor tem de melhor.
Amor é para se sentir, para se viver, se degustar e concluir que o gosto é sempre desconhecido.
Amor também é para se entregar, doar, reviver e porque não, se esconder, se evitar (ou tentar evitar), e claro; Amor também morre, termina, se chega ao fim.
Até pouco tempo atrás, acredita que o amor era eterno, apenas dedicávamos em porções diferentes para pessoas diferentes.
Mas hoje, vejo que não.
O amor que senti pela primeira vez se foi se acabou e depois amei novamente, outros amores, outras pessoas, novas identidades e com isso, novas sensações.
Meu coração se acelerava sempre, mas em freqüências diferentes e principalmente por vidas alheias.
Acredito que hoje sou mais feliz assim, porque antes me questionava o porquê se acabava se ainda sentia esse amor tão vivo dentro de mim, mas agora é diferente, vejo amores que vivi que senti amores criados, crescidos, bem vividos e finalmente enterrados.
Talvez sinta certa frieza, praticidade talvez entre minhas palavras, e quem sabe seja quase isso mesmo.
Aprendi a curtir todas as fases do amor: Começo, enredo e o fim.
Não tenho mais o medo de chorar o amor acabado, e tão pouco reconhecer o fim da relação quando já não vejo nela a base principal.
Amor sempre é amor, seja por você, por outro, sei que sempre irei senti-lo.
Saudade? Sim, vou sentir, sinto sempre dos amores que vivo, mas sentir saudade também é viver.
Enfim, hoje tenho um amor, certo alguém, e desejo que seja eterno, mais se não for que seja lindo e bem vivido, ao menos enquanto durar.
Coyote.
O meu amor não é igual ao de ninguém, é exclusivamente meu desenvolvido pelo meu “Eu”, e sempre dedicado a certo “Alguém”.
Sempre gostei de ler sobre o amor; poemas, versos, frases e atem mesmo grandes historias cada uma com sua percepção diferente e com algumas semelhanças entre si, mas ainda sim, tão únicas, tão simples, tão ímpares.
Para mim, o amor é o sentimento que não se explica não se descreve e tão pouco se desvenda... Acredito que é isso que o amor tem de melhor.
Amor é para se sentir, para se viver, se degustar e concluir que o gosto é sempre desconhecido.
Amor também é para se entregar, doar, reviver e porque não, se esconder, se evitar (ou tentar evitar), e claro; Amor também morre, termina, se chega ao fim.
Até pouco tempo atrás, acredita que o amor era eterno, apenas dedicávamos em porções diferentes para pessoas diferentes.
Mas hoje, vejo que não.
O amor que senti pela primeira vez se foi se acabou e depois amei novamente, outros amores, outras pessoas, novas identidades e com isso, novas sensações.
Meu coração se acelerava sempre, mas em freqüências diferentes e principalmente por vidas alheias.
Acredito que hoje sou mais feliz assim, porque antes me questionava o porquê se acabava se ainda sentia esse amor tão vivo dentro de mim, mas agora é diferente, vejo amores que vivi que senti amores criados, crescidos, bem vividos e finalmente enterrados.
Talvez sinta certa frieza, praticidade talvez entre minhas palavras, e quem sabe seja quase isso mesmo.
Aprendi a curtir todas as fases do amor: Começo, enredo e o fim.
Não tenho mais o medo de chorar o amor acabado, e tão pouco reconhecer o fim da relação quando já não vejo nela a base principal.
Amor sempre é amor, seja por você, por outro, sei que sempre irei senti-lo.
Saudade? Sim, vou sentir, sinto sempre dos amores que vivo, mas sentir saudade também é viver.
Enfim, hoje tenho um amor, certo alguém, e desejo que seja eterno, mais se não for que seja lindo e bem vivido, ao menos enquanto durar.
Coyote.
Meu Beijo
O beijo que tenho não me pertence, apenas desempenho-o de maneira única, acompanhando o compasso da canção, do outro beijo.
Um beijo não se da, se oferece, se degusta, nunca se aprende, se descobre, se aprimora.
O beijo não termina apenas se pausa.
O meu beijo, não é igual ao teu, não é melhor ou pior, é apenas exclusivo, e isto se garante na alteração do meu par.
Os beijos que compartilho se tornam beijos no instante que se encontra em outra boca, em um rosto ou em uma mão.
Mas se beija também, uma foto, uma roupa, um espelho e porque não uma lembrança.
O beijo não é divino, não é puro, não é pecado, talvez seja o auge de um flerte, da paquera, uma excitante continuação do jogo de olhares.
O beijo não se pede não se implora, mas talvez se espere se deseja, se atormenta.
Todo beijo é valido, o de amor, o de ódio, o de adeus, aquele sem querer, aquele errado, o beijo frio, o beijo falso.
Não existe o melhor, e sim o mais bem dado, e tenha a certeza que esse em breve será superado.
Beije sem medo, sem pressa, sem dó... Beije de verdade, curta esse momento de realidade.
Nunca beije de mentirinha, não tente enganar o coração, porque talvez até consiga enganar a si mesmo o seu próprio, mas lembre-se que a outra boca pode se entregar nessa suposta enganação.
Coyote.
Um beijo não se da, se oferece, se degusta, nunca se aprende, se descobre, se aprimora.
O beijo não termina apenas se pausa.
O meu beijo, não é igual ao teu, não é melhor ou pior, é apenas exclusivo, e isto se garante na alteração do meu par.
Os beijos que compartilho se tornam beijos no instante que se encontra em outra boca, em um rosto ou em uma mão.
Mas se beija também, uma foto, uma roupa, um espelho e porque não uma lembrança.
O beijo não é divino, não é puro, não é pecado, talvez seja o auge de um flerte, da paquera, uma excitante continuação do jogo de olhares.
O beijo não se pede não se implora, mas talvez se espere se deseja, se atormenta.
Todo beijo é valido, o de amor, o de ódio, o de adeus, aquele sem querer, aquele errado, o beijo frio, o beijo falso.
Não existe o melhor, e sim o mais bem dado, e tenha a certeza que esse em breve será superado.
Beije sem medo, sem pressa, sem dó... Beije de verdade, curta esse momento de realidade.
Nunca beije de mentirinha, não tente enganar o coração, porque talvez até consiga enganar a si mesmo o seu próprio, mas lembre-se que a outra boca pode se entregar nessa suposta enganação.
Coyote.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Homofobia, Vítimas de Sua Própria Causa.
Primeiramente é bom esclarecer que sou plenamente a favor de toda e qualquer conquista direcionada para o publico gay, afinal sei bem quais os efeitos de uma vítima desse preconceito. Minha opção sexual ainda hoje, é alvo da evidencia a tosos os instantes e essa super exposição nem sempre é positiva.
Mas não pude deixar de notar, a forma exagerada que se tornaram as vítimas desta tão temida homo fobia.
Tenho a impressão que tudo é homo fobia, os processos nesta categoria vem batendo recordes e se bem analisados, por motivos banais.
Sinto que o gay não se considera capaz ou obrigado a se defender, se impor e porque não se expor.
Qualquer pequena indiferença ou diferença, e até as mais relevantes e irrelevantes discussões, se tornam processos homofóbicos.
Concordo que a lei esta ai para ser desfrutada e consequentemente cumprida.
Mas vamos ponderar sobre o caso. Lembre-nos da nossa capacidade de resolver nossos próprios pequenos problemas, nossas poucas e ao mesmo tempo, inúmeras diferenças.
E falando em tempo, que tal unir ele a nossa força, nossa predisposição, nossa alegria, nossa capacidade de convencer, nossa criatividade e principalmente, nossa união, e direcionarmos em causas realmente relevantes.
Visitar um asilo, um hospital, um orfanato, prestar apoio realmente efetivo em ONGs e projetos no combate a miséria, a fome, a AIDS, a dengue, a guerra e por ai vai...
Eu apoio as manifestações gays, sou completamente a favor em destacar que somos o que somos, e ser gay, não é doença, mais me revolto com os movimentos de hoje.
Parada GLS, que hoje poderia ser também chamada de Festa da Orgia, Festa do Tudo Pode, e porque não substituir o Orgulho por Vergonha Gay.
Estar em destaque é importante, porém existem diversas formas em se fazer isso, e é inquestionável que uma considerável parcela não esta no caminho correto
Diego de Lima
Mas não pude deixar de notar, a forma exagerada que se tornaram as vítimas desta tão temida homo fobia.
Tenho a impressão que tudo é homo fobia, os processos nesta categoria vem batendo recordes e se bem analisados, por motivos banais.
Sinto que o gay não se considera capaz ou obrigado a se defender, se impor e porque não se expor.
Qualquer pequena indiferença ou diferença, e até as mais relevantes e irrelevantes discussões, se tornam processos homofóbicos.
Concordo que a lei esta ai para ser desfrutada e consequentemente cumprida.
Mas vamos ponderar sobre o caso. Lembre-nos da nossa capacidade de resolver nossos próprios pequenos problemas, nossas poucas e ao mesmo tempo, inúmeras diferenças.
E falando em tempo, que tal unir ele a nossa força, nossa predisposição, nossa alegria, nossa capacidade de convencer, nossa criatividade e principalmente, nossa união, e direcionarmos em causas realmente relevantes.
Visitar um asilo, um hospital, um orfanato, prestar apoio realmente efetivo em ONGs e projetos no combate a miséria, a fome, a AIDS, a dengue, a guerra e por ai vai...
Eu apoio as manifestações gays, sou completamente a favor em destacar que somos o que somos, e ser gay, não é doença, mais me revolto com os movimentos de hoje.
Parada GLS, que hoje poderia ser também chamada de Festa da Orgia, Festa do Tudo Pode, e porque não substituir o Orgulho por Vergonha Gay.
Estar em destaque é importante, porém existem diversas formas em se fazer isso, e é inquestionável que uma considerável parcela não esta no caminho correto
Diego de Lima
O Medo da Despedida
Muitas vezes, somos dominados pelo Medo em pequenas doses, porem, estas se fazem tão eficazes que quando o efeito se evidencia, pode ser tarde demais para expulsa-lo, mas ainda sim, é possível ter viva a sensação de esperança.
Um exemplo típico é o medo de perder alguém, o medo de uma partida, sem um adeus; aquele com a ausência da despedida.
Em tais momentos, todos os diálogos são intensos, validos e de alguma forma, estão figurando o Adeus que não se consegue dizer.
Os sinônimos desse Adeus são os mais variados, um Adeus que nunca será dado.
O medo da despedida não é a falta de coragem, mas talvez, o desejo de eternizar, aquela ultima imagem.
Diego de Lima
Um exemplo típico é o medo de perder alguém, o medo de uma partida, sem um adeus; aquele com a ausência da despedida.
Em tais momentos, todos os diálogos são intensos, validos e de alguma forma, estão figurando o Adeus que não se consegue dizer.
Os sinônimos desse Adeus são os mais variados, um Adeus que nunca será dado.
O medo da despedida não é a falta de coragem, mas talvez, o desejo de eternizar, aquela ultima imagem.
Diego de Lima
Atreva-se
A momentos na vida, que o atrevimento e a chave para uma nova fase.
O medo talvez não esteja em errar, e sim na incapacidade de aprender algo com ele.
É preciso ser capaz de cometerem falhas e, é indispensável o dom de reconhecê-las.
Nem todas as falhas podem ser remediadas e outras jamais serão consertadas, porém muitas dessas sem dúvidas podem não ser reprisadas.
Não existe a necessidade de fazer da vida, uma longa metragem de pura adrenalina, mas compreender que a vida é para ser vivida, também é uma dádiva divina.
Ser sábio não é o mesmo do que ser esperto.
Ser rápido não o faz chegar mais perto.
Ser o melhor não o torna eterno.
Diego de Lima
O medo talvez não esteja em errar, e sim na incapacidade de aprender algo com ele.
É preciso ser capaz de cometerem falhas e, é indispensável o dom de reconhecê-las.
Nem todas as falhas podem ser remediadas e outras jamais serão consertadas, porém muitas dessas sem dúvidas podem não ser reprisadas.
Não existe a necessidade de fazer da vida, uma longa metragem de pura adrenalina, mas compreender que a vida é para ser vivida, também é uma dádiva divina.
Ser sábio não é o mesmo do que ser esperto.
Ser rápido não o faz chegar mais perto.
Ser o melhor não o torna eterno.
Diego de Lima
Extravasando
Já fui apontado, criticado.
Injustiçado e condenado.
E sem defesa, pisoteado.
E minimizado por familiares.
Não aceitam minhas opiniões
E ignoram minhas opções
Acham-se corretos, sem defeitos.
Os melhores de todos os jeitos.
Mas decidi não maximiza-los
São entes queridos e alguns
Pouco amados.
Não sou egoísta e nem ignorante
Mais não sei viver escondido, e no me vejo o errante.
Quero ser o que sou e amar quem eu amo.
Poder viver a minha vida ao menos por um ano.
Sei que tenho esse direito
E isso nem é defeito.
Quero poder viver sem esse medo
De receber na “cara”, o apontar do seu dedo.
Diego de Lima
Injustiçado e condenado.
E sem defesa, pisoteado.
E minimizado por familiares.
Não aceitam minhas opiniões
E ignoram minhas opções
Acham-se corretos, sem defeitos.
Os melhores de todos os jeitos.
Mas decidi não maximiza-los
São entes queridos e alguns
Pouco amados.
Não sou egoísta e nem ignorante
Mais não sei viver escondido, e no me vejo o errante.
Quero ser o que sou e amar quem eu amo.
Poder viver a minha vida ao menos por um ano.
Sei que tenho esse direito
E isso nem é defeito.
Quero poder viver sem esse medo
De receber na “cara”, o apontar do seu dedo.
Diego de Lima
Coisas Simples
A vida por si só, é uma dádiva.
Tão inexplicável tão sublime.
E não saber viver essa vida
Sem dúvida se torna um crime.
Talvez se levante uma questão,
Como não fazer da vida, uma passagem em vão?
Sonhar e querer são válidos
Mas ainda não é viver.
Deseje, faça e descubra o gosto de Poder.
Poder abrir os olhos, poder caminhar.
São coisas bem simples, mas que um sentido na vida ainda pode dar.
Atos, ações, atitudes bem simples, muitos por aí já não podem fazer.
E outros ainda, perdem a dádiva do viver.
Valoriza cada abraço e lamente sim, os beijos não dados,
Evidencie o valor de caminhar com as próprias pernas.
Repito:
“São coisas simples, porém também não são eternas”.
Comece ainda hoje, porque não agora?
A dádiva da leitura, também é uma glória.
Diego de Lima
Tão inexplicável tão sublime.
E não saber viver essa vida
Sem dúvida se torna um crime.
Talvez se levante uma questão,
Como não fazer da vida, uma passagem em vão?
Sonhar e querer são válidos
Mas ainda não é viver.
Deseje, faça e descubra o gosto de Poder.
Poder abrir os olhos, poder caminhar.
São coisas bem simples, mas que um sentido na vida ainda pode dar.
Atos, ações, atitudes bem simples, muitos por aí já não podem fazer.
E outros ainda, perdem a dádiva do viver.
Valoriza cada abraço e lamente sim, os beijos não dados,
Evidencie o valor de caminhar com as próprias pernas.
Repito:
“São coisas simples, porém também não são eternas”.
Comece ainda hoje, porque não agora?
A dádiva da leitura, também é uma glória.
Diego de Lima
terça-feira, 6 de abril de 2010
Para quem gosta de ler, esse texto é perfeito....
Novos Tempos
Ele sabia que logo teria que se aposentar. Sua carreira chagava ao fim. O astuto John C. Tess B. Segundo voltaria a ser o velho Carlos Barbosa, aquele que vivia nos bares antes da fama. Sempre acreditou que seria eterno. No fundo, ele sabia. Sabia que um caso bem solucionado não o sustentaria a vida inteira. Sabia que era preciso se modernizar, parar de insistir em assassinatos. Sabia que agora o bom era investigar crimes modernos, como sequestros de cachorros de madames, crimes na Internet ou crimes ambientais. Mas era antiquado e adorava lembrar os velhos tempos, em que desvendava crimes de verdade. Lembrava-se toda noite do maníaco estuprador que prendera. Ou então, do assassinato do advogado influente. Ou, e quase sempre era esse, lembrava do crime envolvendo aquele senador. Lembrava-se das câmeras, microfones, apareceu até no Jornal Nacional! Hoje, era apenas um arquivo de história jornalística e um retrato com o presidente Médici, empoeirado sobre a mesa, insistindo em cair e derrubar o copo de champanhe. Sidra, na verdade, mas ajudava a lembrar o passado. Na estante de livros e mais livros, a maioria Allan Poe. Também Agatha, sua musa inspiradora. Uma poltrona. Um gato. Seu último amigo. Mas o gato não pensava o mesmo e ocupava-se na amizade com o peixinho dourado, tranquilo no aquário. Se continuasse ali ela saberia que o suicídio viria visitá-lo. Resolveu sair antes que ele entrasse. Pegou o jornal e foi para a casa.
Chegou rápido, morava em frente. Tirou as botas e deitou. Ligou a TV. Nada de Vigilante Rodoviário. Coemu um pedaço de pão, após entrar em guerra com duas baratas. Foi ao banheiro. No jornal a manchete: "Cem mil sem água em Sumaré". Leu a notícia e pensou rápido (espantando sua rapidez): "é um crime ambiental". Algo não cheirava bem. Esse era seu caso. Renasceria das cinzas. Gritou para o homem que o olhava do espelho: "É agora C. Tess! O mundo virá seu retorno!" O espelho concordou.
Sem demorar, partiu com seu Corcel em disparada. Tudo levava a crer que era um esgoto doméstico. Quem seria o louco que faria isso. Um nazista querendo acabar com a cidade? Ou um cientista maluco, que queria fazer da água um combustível. Talvez uma seita japonesa que pregava que a salvação viria pelo óleo diesel? Quem sabe um extraterrestre excretando gasolina se mudou para cá? Tomou mais um gole de uísque e parou de criar hipóteses. Chegou na estação de tratamento. Com a ajuda de 50 Reais e um funcionário chegou até as tubulações de esgoto. Queria entrar e tinha vigor físico para isso. Mas os canos brasileiros não fazem parte de filmes americanos. Saiu. Sentou. Quando ia chorar viu um caminhão passar. Cheio de barris. "Pra quê isso?" pensou. No volante uma loira fenomenal. Seguiria. Era um velho charmoso.
Pararam numa casa da periferia de Paulínia. A loira desceu. Alguns homens vieram. Um a beijou. Entraram. O velho junto. Se escondeu e ouviu conversas. Quinta-feira atacariam. Quem? Entrou no banheiro. Um sistema de canos complexos o assustaram. Todos ligados em barris. Um gato o assustou. Um barril caiu. "Odeio os gatos", pensou. E sentiu o frescor de um cano de revólver na nuca. Aí juntou os fatos. Era tarde sabia demais iria morrer. Deduziu, olhando seus uniformes: Água Mineral New Age. Eram os novos tempos. Em troca de mercado envenena-se uma cidade. Globalização, Crime Ambiental.
Pediu água, "mas sem gasolina". Iria morrer. A loira bebeu a água. Uma gota deixou escorrer na testa de C. Tess. Ele se assustou. O gato com o peixe na boca. A foto de Médice molhada. No chão o aquário quebrado. "Gato maldito, me deixe dormir"! "É, novos tempos...
Escrito Por: Marcelo
( Um Amigo meu do MSN, que não gosta de assinar o escreve)
Ele sabia que logo teria que se aposentar. Sua carreira chagava ao fim. O astuto John C. Tess B. Segundo voltaria a ser o velho Carlos Barbosa, aquele que vivia nos bares antes da fama. Sempre acreditou que seria eterno. No fundo, ele sabia. Sabia que um caso bem solucionado não o sustentaria a vida inteira. Sabia que era preciso se modernizar, parar de insistir em assassinatos. Sabia que agora o bom era investigar crimes modernos, como sequestros de cachorros de madames, crimes na Internet ou crimes ambientais. Mas era antiquado e adorava lembrar os velhos tempos, em que desvendava crimes de verdade. Lembrava-se toda noite do maníaco estuprador que prendera. Ou então, do assassinato do advogado influente. Ou, e quase sempre era esse, lembrava do crime envolvendo aquele senador. Lembrava-se das câmeras, microfones, apareceu até no Jornal Nacional! Hoje, era apenas um arquivo de história jornalística e um retrato com o presidente Médici, empoeirado sobre a mesa, insistindo em cair e derrubar o copo de champanhe. Sidra, na verdade, mas ajudava a lembrar o passado. Na estante de livros e mais livros, a maioria Allan Poe. Também Agatha, sua musa inspiradora. Uma poltrona. Um gato. Seu último amigo. Mas o gato não pensava o mesmo e ocupava-se na amizade com o peixinho dourado, tranquilo no aquário. Se continuasse ali ela saberia que o suicídio viria visitá-lo. Resolveu sair antes que ele entrasse. Pegou o jornal e foi para a casa.
Chegou rápido, morava em frente. Tirou as botas e deitou. Ligou a TV. Nada de Vigilante Rodoviário. Coemu um pedaço de pão, após entrar em guerra com duas baratas. Foi ao banheiro. No jornal a manchete: "Cem mil sem água em Sumaré". Leu a notícia e pensou rápido (espantando sua rapidez): "é um crime ambiental". Algo não cheirava bem. Esse era seu caso. Renasceria das cinzas. Gritou para o homem que o olhava do espelho: "É agora C. Tess! O mundo virá seu retorno!" O espelho concordou.
Sem demorar, partiu com seu Corcel em disparada. Tudo levava a crer que era um esgoto doméstico. Quem seria o louco que faria isso. Um nazista querendo acabar com a cidade? Ou um cientista maluco, que queria fazer da água um combustível. Talvez uma seita japonesa que pregava que a salvação viria pelo óleo diesel? Quem sabe um extraterrestre excretando gasolina se mudou para cá? Tomou mais um gole de uísque e parou de criar hipóteses. Chegou na estação de tratamento. Com a ajuda de 50 Reais e um funcionário chegou até as tubulações de esgoto. Queria entrar e tinha vigor físico para isso. Mas os canos brasileiros não fazem parte de filmes americanos. Saiu. Sentou. Quando ia chorar viu um caminhão passar. Cheio de barris. "Pra quê isso?" pensou. No volante uma loira fenomenal. Seguiria. Era um velho charmoso.
Pararam numa casa da periferia de Paulínia. A loira desceu. Alguns homens vieram. Um a beijou. Entraram. O velho junto. Se escondeu e ouviu conversas. Quinta-feira atacariam. Quem? Entrou no banheiro. Um sistema de canos complexos o assustaram. Todos ligados em barris. Um gato o assustou. Um barril caiu. "Odeio os gatos", pensou. E sentiu o frescor de um cano de revólver na nuca. Aí juntou os fatos. Era tarde sabia demais iria morrer. Deduziu, olhando seus uniformes: Água Mineral New Age. Eram os novos tempos. Em troca de mercado envenena-se uma cidade. Globalização, Crime Ambiental.
Pediu água, "mas sem gasolina". Iria morrer. A loira bebeu a água. Uma gota deixou escorrer na testa de C. Tess. Ele se assustou. O gato com o peixe na boca. A foto de Médice molhada. No chão o aquário quebrado. "Gato maldito, me deixe dormir"! "É, novos tempos...
Escrito Por: Marcelo
( Um Amigo meu do MSN, que não gosta de assinar o escreve)
Assinar:
Postagens (Atom)