quarta-feira, 24 de março de 2010

Coyote ...(x)...Reflexão


Nunca quis ser o melhor, o maior... Apenas, busco a minha identidade, minha autenticidade.







Ser exclusivo!


Isso sim me atrai.






Mas é importante lembrar que ser exclusivo não me torna insubstituível.


Veja um exemplo bem grosseiro, o famoso MP3; ele vem sendo substituído em uma seqüência muito avançada, e hoje é totalmente descartável diante do MP15, por exemplo.






Nós somos assim, superamos e sempre estamos sujeitos a substituições, o que não nos torna eterno, nos torna recordações, lembranças.


Não somos maquinas, somos peças, com o direito de optar, mas não de criar, não de decidir.


Não somos donos de nada, e se engana aquele que se considera dono da própria vida.


Talvez você discorde disso, afinal é difícil aceitar que somos 100% submissos, e chega ser inaceitável nos reconhecermos como incapazes de controlar nossas próprias vidas.


Mas espere, você é sim dono da sua vida, levando em pauta que vida seja o resumo de suas atitudes, desses seus dias vividos.


Porém, se vida significar o resumo dos nossos RESULTADOS; se viver é ser capaz de DECIDIR o que irá nos acontecer no fim de nossas vidas (afinal todo começo de vida tem um término) temos mesmo que reconhecer que somos escravos de um determinado Alguém.


Mas não quero perder o foco desse texto, meu objetivo aqui, é convencê-lo a Repensar sobre o que você é? O que você pode? O porquê você quer ser algo para alguém?

E principalmente, se pergunte:



Quem sou quem para esse meu Alguém?

 
 
Ass. Diego de Lima

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