quarta-feira, 7 de abril de 2010

Extravasando

Já fui apontado, criticado.

Injustiçado e condenado.
E sem defesa, pisoteado.
E minimizado por familiares.
Não aceitam minhas opiniões
E ignoram minhas opções
Acham-se corretos, sem defeitos.
Os melhores de todos os jeitos.
Mas decidi não maximiza-los
São entes queridos e alguns
Pouco amados.
Não sou egoísta e nem ignorante
Mais não sei viver escondido, e no me vejo o errante.
Quero ser o que sou e amar quem eu amo.
Poder viver a minha vida ao menos por um ano.
Sei que tenho esse direito
E isso nem é defeito.
Quero poder viver sem esse medo
De receber na “cara”, o apontar do seu dedo.


                    Diego de Lima

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